sábado, 1 de janeiro de 2011

Dor de Amor



O meu amor me detesta, e eu penso: tudo bem já que ela não presta.
Os meus olhos castanhos estão vermelhos por culpa dela, chorei por ela.
O meu melhor sorriso já não parece tão confiante, meu rosto virou uma bela 
máscara de prata, o desgosto fez minha face se tornar acinzentada. E ainda que 
ela viesse dizer coisas doces ao meu ouvido não poderíamos voltar no tempo.

O meu consolo é imaginar um futuro sem a presença voluptuosa dela.
Os meus sonhos mudaram de perspectiva depois que ela saiu vociferando
milhões de palavras abjetas. Naquele dia percorri um longo caminho até vê-la
agredindo estranhos na rua. Então entrevi a personalidade doente da minha amada
boneca, eu decidi escapar daquele relacionamento, todavia, agora me lamento.

6 comentários:

  1. Nossos sonhos sempre mudam, e às vezes de forma cíclica.

    Estranho, não?


    (l)

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  2. Sim sim... Entretanto, acho que seria mais estranho se eles não mudassem.


    (L) Dr. Reverb =*

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  3. tb não entendi...achei confuso...

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  4. =O Vou explicar! Acho q vcs não conseguiram perceber que o rapaz (meu eu-lírico), logo q descobriu a verdadeira face da sua amada, decidiu deixar que ela sumisse de sua vida. Mandou ela sumir da sua vida! =X Hahahaha...
    Posto que à princípio ele idealizava a menina, ela era a sua "amada boneca", e quando se tornou obvio q ela não era perfeita, ele resolveu que o amor por ela tinha acabado, depois ficou infeliz por perceber que tinha se livrado rapidamente do seu Grande Amor e passou a se lamentar por tê-la abandonado. =P Enfim, quando era tarde ele entendeu que amava-a de qualquer jeito, por isso o título: "Dor de Amor".

    Lá lá... x.X'

    p.s.: Eu expliquei, mas, só pq gosto mto das duas, pois a intenção era deixar que o poema parecesse bem confuso e complicado, como o sentimento do meu eu-lírico no momento que compreendeu o seu maior erro: abandonar o amor de sua vida.

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  5. Acho que não devia ter explicado tão claramente, mesmo gostando de quem recebeu as explicações. Deixasse a subjetividade falar mais alto.
    Beijo.

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